Alimentos?

Abril está a ser o mês dos alimentos, da sua produçom, do aceso a eles, da sua qualidade, do seu controlo… Em Galiza, 7 de Abril apresentava-se a Plataforma Galega Antitransxénicos; quatro dias despois era a Iniciativa pola Soberanía Alimentar dos Pobos a que via a luz; as quatro Sextas do mês celebram-se em Ferrol umhas jornadas sobre agrocombustíveis… E isto nom é mui diferente do que ocorre no resto do mundo.

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O rei que subiu à montanha

Foi, é, um dos referentes globais do pacifismo, da nonviolência, da desobediência civil. Os seus discursos seguem a ser hoje imitados, nom hai mais que escuitar o “Yes we can” de Obama. Hoje hai 40 anos que o assassinárom. 1968, ano convulso coma poucos. Colhim um dos livros que com escritos seus tenho na casa, botei um olho aos sublinhados feitos hai uns anos… segue de actualidade.

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O primeiro passo

Dum tempo a esta parte estou-me a ver rodeado de mulheres grávidas e crianças recém nascidas, cousas da idade. Coincide este fermoso fenómeno coa contínua presença na minha cabeça de assuntos relacionados coa soberania alimentar. Conhecer de primeira mao das peripécias, dúvidas, dilemas, incógnitas, obstáculos, problemas… de nais e pais primeiriços cos que compartilho modo de ver o mundo convida a reflexionar mais sobre este, os seus possíveis futuros e nós.

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Traei madeira!

Via-se vir, frente à crise na construçom… mais obra pública, e nom para, por exemplo, construír umha boa rede de caminhos de ferro, senom para alimentar a mobilidade insustentável e elitista. Os nossos governos insistem em mais do mesmo e, em lugar de se centrar na melhora dos serviços sociais como vem recomendando desde hai bem tempo, por exemplo, Vicenç Navarro, apostam por emular aos irmaos Marx no Oeste.

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