Esse BNG nunca existiu

Hai tempo que tenho gana de escrever sobre este tema e agora surgiu umha escusa, a mágoa é nom o poder fazer mais devagar, pero é que os meus dias som só de 24 horas, como os de todo o mundo. Desde hai uns meses, talvez mais, está a medrar a difussom dumha image idílica dum BNG que já nom existe e cumpre recuperar. A orige entendo que está em Beiras e o mundo que o rodeia. Respeito muito a Xosé Manuel Beiras, mais nom tanto como para ser o seu fan, e coido que erra na sua descriçom do “BNG perdido”.

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(contra)publicidade em (pré)campanha

A convocatória está feita, o Parlamento dissolvido, cada vez tem mais presença nos média essa competiçom entre três homes sem graça nengumha por ver quem dá mais vergonha alheia (e se fai coa presidência da Junta de Galiza). A campanha ameaça com ser bem aburrida (com excepçons), mas o pior é que nengumha candidatura está à altura das circunstáncias. Só nos resta procurar um pouco de humor.

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Hawking BRB Nero

O mui respeitável cientista Stephen Hawking estivo por Galiza. Fico cumha sua declaraçom na que defende a colonizaçom doutros planetas ou “luas” já que “será mui difícil evitar um desastre no planeta Terra nos vindeiros 100 anos”. Exercício de tecnoentusiasmo ou promoçom da última série de Álex de la Iglesia?

Sentindo-lho muito, nom coido que a Terra deva ser tratada como um planeta de usar e tirar nem creio que a soluçom a esta desfeita passe pola fé nos avanços da ciência… Som dessa gente que nom quer viajar a Marte.

1.020 milhões

Medra a fame no mundo, bate marcas e supera já os mil milhões de pessoas, segundo a FAO, que vém de adiantar dados dum informe que será apresentado em Outubro. A crise dos preços dos alimentos de 2007-2008, a actual crise económica mundial, a crise ambiental global… materializam-se em injustiças coma esta. Quase que 1/6 da humanidade passa fame a diário mentres outros tantos seres humanos (habitantes dos EUA, Canadá, UE, Japom, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelándia, junto coas minorias privilegiadas das periferias globais) devoramos dia a dia o planeta e o futuro.

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