O rei que subiu à montanha
Foi, é, um dos referentes globais do pacifismo, da nonviolência, da desobediência civil. Os seus discursos seguem a ser hoje imitados, nom hai mais que escuitar o “Yes we can” de Obama. Hoje hai 40 anos que o assassinárom. 1968, ano convulso coma poucos. Colhim um dos livros que com escritos seus tenho na casa, botei um olho aos sublinhados feitos hai uns anos… segue de actualidade.
“Atrevo-me a crer que todo o mundo, onde quer que se atope, ha de poder confiar em três comidas ao dia para o corpo, educaçom e cultura para a mente, e dignidade igualdade e liberdade para o seu espírito”.
“Os líderes políticos sentem infinito respeito por qualquer grupo que tem energia abondo para chamar às portas, povoar as ruas e escoltar aos votantes até as urnas”.
“A velha orde desaparece, por mais Bastilhas que existam, quando os escravizados, no seu foro interno, se despojam da psicologia servil”.
Seguia o caminho marcado por Henry David Thoreau e Mohandas Karamchand Gandhi, o caminho começado tamém por aquela singela costureira negra. Ao receber o Nóbel da Paz afirmou “Ainda creio que venceremos”.
Possivelmente “Tenho um sonho”, prununciado ao final da Marcha sobre Washington polo Emprego e a Liberdade, é o seu discurso mais conhecido. Emociona-me escuitá-lo, mas nom tanto como as que fôrom as suas derradeiras palavras em público, polo que dixo, por como o dixo, polo que passou despois.